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Comércio  de  carne de cão        Ver imagens

 

Na Coreia do Sul, a carne de cão é um petisco muito apreciado, uma tradição que remonta a mais de 3000 anos. Este país não é o único a manter esta tradição mas é um dos que menos esconde esse facto, embora alguns coreanos estejam a tentar acabar com este tipo de comércio.

Os cozinheiros coreanos conhecem mais de 350 pratos confeccionados com carne de cão e existem milhares de restaurantes e mesmo cadeias de "fast-food" especializadas neste tipo de refeição.

Os cães são criados em quintas sem o mínimo de condições, mantidos em gaiolas minúsculas e engordados, até á altura de serem transportados para os mercados, geralmente em engradados minúsculos. Em épocas de escassez ou de procura elevada, no entanto, cães de estimação são roubados e vendidos para o mercado alimentar sem qualquer prurido. 

Após a venda os cães, geralmente raças grandes, são levados para matadouros especializados. Aí, os animais são mantidos todos na mesma sala, assistindo á morte uns dos outros e ao sofrimento que os espera.

Os cães são mortos á paulada, pois segundo as crenças locais, o aumento de adrenalina causado pela dor aumenta a virilidade dos homens que deles se alimentam e a carne fica mais macia. 

Depois de mortos os animais são introduzidos em água a ferver ou queimados com um maçarico, é-lhes retirada a pele e são pendurados em ganchos, sendo depois encaminhados para os restaurantes. 

 

 

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